IPS em português http://www.ipsnoticias.net/portuguese Jornalismo e comunicação para transformar o mundo Mon, 10 Sep 2018 18:10:50 +0000 en-US hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.2.21 Rise for Climate uniu o planeta para real condição climática http://www.ipsnoticias.net/portuguese/2018/09/ultimas-noticias/rise-for-climate-uniu-o-planeta-para-real-condicao-climatica/ http://www.ipsnoticias.net/portuguese/2018/09/ultimas-noticias/rise-for-climate-uniu-o-planeta-para-real-condicao-climatica/#comments Mon, 10 Sep 2018 18:10:50 +0000 Correspondentes da IPS http://envolverde.cartacapital.com.br/?p=231831 No dia 8 de setembro, milhares de pessoas participaram de centenas de ações criativas e coordenadas em todo o mundo sob a bandeira da mobilização internacional ‘Una-se pelo Clima’ (ou Rise for Climate, em inglês). O objetivo é dar visibilidade aos crescentes impactos do aquecimento global ao meio ambiente e às populações, e chamar atenção para a necessidade de uma liderança climática real. Os ativistas apresentarão soluções lideradas por suas próprias comunidades para a crise do clima, e exigirão mais ambição dos líderes políticos e tomadores de decisão reunidos na Cúpula Global de Ação Climática, que acontecerá no dia 12 de setembro em São Francisco, Califórnia. A mobilização já conta com mais de 470 ações confirmadas, com a participação de mais de 320 grupos e organizações parceiras distribuídas em mais de 70 países. Nações das ilhas do Pacífico irão demandar às suas instituições locais que se comprometam com energias 100% renováveis; comunidades afetadas na Tailândia marcharão do lado de fora da conferência da ONU sobre mudança climática em Bangcoc para garantir que os negociadores ouçam a mensagem do povo; em toda a África serão realizadas mini-cúpulas climáticas para pressionar os líderes locais a migrar para sistemas de energia justos para todo o continente; na América Latina, diversas comunidades irão se erguer contra o uso de técnicas perigosas de extração de combustíveis fósseis, como o fracking; grupos na Europa também desafiarão suas autoridades locais a abandonar as fontes poluentes e acelerar uma transição justa e rápida para energias 100% renováveis, livres e acessíveis para todos. Na América Latina e Caribe já foram confirmadas cerca de 40 ações, que vão desde uma grande marcha em Bogotá, Colômbia; um fórum acadêmico na Universidade de Cuenca e um encontro no Parque Calderón, no Equador; uma mobilização nacional indígena em Asunción, no Paraguai; uma bicicletada com centenas de pessoas em Cumaná, na Venezuela; uma reunião internacional sobre os impactos do fracking em Mendoza, Argentina; além de exposições, exibição de filmes, grafite e projeções de artivismo em diversas capitais. Outras localidades já confirmadas são Rio de Janeiro, Florianópolis e interior de São Paulo, no Brasil; Iquitos e Lima, no Peru; Buenos Aires, Argentina; Salto, no Uruguai; Barranquilla, Cali e Nariño, na Colômbia; Cochabamba e La Paz, na Bolívia; Santiago, Chile; além de ações no Suriname, Haiti e Barbados. As pautas locais vão desde os perigos da exploração de petróleo e gás para comunidades tradicionais e áreas protegidas, riscos do fracking para o Aquífero Guarani e as economias locais, e a proteção de defensores ambientais ameaçados em áreas rurais. As atividades da mobilização serão altamente visuais e criativas, com a participação de artistas renomados localizados no Brasil, Colômbia, Canadá, Samoa, Nova Zelândia, Ucrânia, Portugal, Holanda, Uganda e Indonésia, bem como grupos comunitários em todo o planeta. A diversidade do movimento mostra que as mudanças climáticas não respeitam barreiras linguísticas, culturais, religiosas ou geográficas, e visa reforçar que é possível construir uma onda de apoio à verdadeira liderança climática, aumentar a pressão sobre os líderes nacionais que estão aquém dos seus compromissos e garantir […]

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No dia 8 de setembro, milhares de pessoas participaram de centenas de ações criativas e coordenadas em todo o mundo sob a bandeira da mobilização internacional ‘Una-se pelo Clima’ (ou Rise for Climate, em inglês). O objetivo é dar visibilidade aos crescentes impactos do aquecimento global ao meio ambiente e às populações, e chamar atenção para a necessidade de uma liderança climática real.

Os ativistas apresentarão soluções lideradas por suas próprias comunidades para a crise do clima, e exigirão mais ambição dos líderes políticos e tomadores de decisão reunidos na Cúpula Global de Ação Climática, que acontecerá no dia 12 de setembro em São Francisco, Califórnia. A mobilização já conta com mais de 470 ações confirmadas, com a participação de mais de 320 grupos e organizações parceiras distribuídas em mais de 70 países.

Nações das ilhas do Pacífico irão demandar às suas instituições locais que se comprometam com energias 100% renováveis; comunidades afetadas na Tailândia marcharão do lado de fora da conferência da ONU sobre mudança climática em Bangcoc para garantir que os negociadores ouçam a mensagem do povo; em toda a África serão realizadas mini-cúpulas climáticas para pressionar os líderes locais a migrar para sistemas de energia justos para todo o continente; na América Latina, diversas comunidades irão se erguer contra o uso de técnicas perigosas de extração de combustíveis fósseis, como o fracking; grupos na Europa também desafiarão suas autoridades locais a abandonar as fontes poluentes e acelerar uma transição justa e rápida para energias 100% renováveis, livres e acessíveis para todos.

Na América Latina e Caribe já foram confirmadas cerca de 40 ações, que vão desde uma grande marcha em Bogotá, Colômbia; um fórum acadêmico na Universidade de Cuenca e um encontro no Parque Calderón, no Equador; uma mobilização nacional indígena em Asunción, no Paraguai; uma bicicletada com centenas de pessoas em Cumaná, na Venezuela; uma reunião internacional sobre os impactos do fracking em Mendoza, Argentina; além de exposições, exibição de filmes, grafite e projeções de artivismo em diversas capitais.

Outras localidades já confirmadas são Rio de Janeiro, Florianópolis e interior de São Paulo, no Brasil; Iquitos e Lima, no Peru; Buenos Aires, Argentina; Salto, no Uruguai; Barranquilla, Cali e Nariño, na Colômbia; Cochabamba e La Paz, na Bolívia; Santiago, Chile; além de ações no Suriname, Haiti e Barbados. As pautas locais vão desde os perigos da exploração de petróleo e gás para comunidades tradicionais e áreas protegidas, riscos do fracking para o Aquífero Guarani e as economias locais, e a proteção de defensores ambientais ameaçados em áreas rurais.

As atividades da mobilização serão altamente visuais e criativas, com a participação de artistas renomados localizados no Brasil, Colômbia, Canadá, Samoa, Nova Zelândia, Ucrânia, Portugal, Holanda, Uganda e Indonésia, bem como grupos comunitários em todo o planeta. A diversidade do movimento mostra que as mudanças climáticas não respeitam barreiras linguísticas, culturais, religiosas ou geográficas, e visa reforçar que é possível construir uma onda de apoio à verdadeira liderança climática, aumentar a pressão sobre os líderes nacionais que estão aquém dos seus compromissos e garantir uma transição rápida para um mundo mais sustentável, equilibrado e justo.

A mobilização Una-se pelo Clima dará o tom para uma série de próximos momentos políticos climáticos globais, e desafiará os tomadores de decisão a tomarem a liderança para si, a fim de achar soluções reais para a crise climática e intensificar suas ações para enfrentá-la. (#Envolverde)

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Emirados Árabes Unidos é o mais alto no mundo em gastos com turismo halal http://www.ipsnoticias.net/portuguese/2018/09/ultimas-noticias/emirados-arabes-unidos-e-o-mais-alto-no-mundo-em-gastos-com-turismo-halal-2/ http://www.ipsnoticias.net/portuguese/2018/09/ultimas-noticias/emirados-arabes-unidos-e-o-mais-alto-no-mundo-em-gastos-com-turismo-halal-2/#comments Wed, 05 Sep 2018 14:23:49 +0000 talita http://envolverde.cartacapital.com.br/?p=231789 DUBAI, 5 de setembro de 2018 (WAM) – Os Emirados Árabes Unidos (EAU) são os maiores do mundo em gastos halal* com US $ 17,6 bilhões estimados gastos por residentes dos Emirados Árabes Unidos fora do país em 2017, revelou uma nova análise da Câmara de Comércio e Indústria de Dubai. A Arábia Saudita e o Kuwait ficaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente, de acordo com a análise baseada em dados recentes da Mastercard e do World Travel & Tourism Council (WTTC). De acordo com os resultados, os turistas sauditas gastaram US $ 16,1 bilhões em 2017, enquanto os viajantes do Kuwait gastaram US $ 10,4 bilhões durante o mesmo ano. Os Emirados Árabes Unidos foram escolhidos como destino de escolha para viajantes muçulmanos devido a vários fatores importantes, incluindo seu ambiente de negócios competitivo, ampla variedade de atividades de viagem e turismo, prontidão avançada em TIC e infraestrutura aeroportuária de classe mundial. A análise foi divulgada antes do Global Islamic Economy Summit (GIES) 2018, que será realizado em Dubai nos dias 30 e 31 de outubro sob o patrocínio de Sheikh Mohammed bin Rashid Al Maktoum, vice-presidente dos EAU, primeiro-ministro e governante de Dubai. . O GIES 2018, o maior e mais abrangente fórum do mundo dedicado à economia islâmica, reunirá importantes legisladores e especialistas de todo o mundo para abordar os principais desafios e oportunidades da economia islâmica. A cúpula de alto nível está sendo organizada em conjunto pela Câmara de Dubai e o Centro de Desenvolvimento da Economia Islâmica de Dubai (DIEDC), com a Thomson Reuters atuando como Parceira Estratégica. De acordo com os resultados, os gastos no segmento global de viagens muçulmanas são avaliados atualmente em cerca de US $ 180 bilhões. Estima-se que este número chegue a US $ 220 bilhões até 2020, enquanto o número de viajantes muçulmanos globalmente deverá aumentar dos atuais 131 milhões para 156 milhões no mesmo ano. Durante 2017, os viajantes muçulmanos gastaram uma média estimada de US $ 1.374 por pessoa, com este montante projetado para aumentar para US $ 1.410 até 2020. De acordo com os resultados da análise, o desenvolvimento do segmento foi impulsionado por fatores demográficos e socioeconômicos, como o crescimento da população muçulmana no mundo e a ascensão da classe média nos países de maioria muçulmana. Outros impulsionadores de crescimento incluem acesso melhorado a informações de viagens e a crescente disponibilidade de serviços e instalações de viagem amigas dos muçulmanos. (#Envolverde) *O turismo Halal é uma subcategoria do turismo que é voltada para famílias muçulmanas que seguem as regras do Islã. Os hotéis nesses destinos não servem bebidas alcoólicas e possuem piscinas separadas e instalações de spa para homens e mulheres.

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DUBAI, 5 de setembro de 2018 (WAM) – Os Emirados Árabes Unidos (EAU) são os maiores do mundo em gastos halal* com US $ 17,6 bilhões estimados gastos por residentes dos Emirados Árabes Unidos fora do país em 2017, revelou uma nova análise da Câmara de Comércio e Indústria de Dubai.

A Arábia Saudita e o Kuwait ficaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente, de acordo com a análise baseada em dados recentes da Mastercard e do World Travel & Tourism Council (WTTC). De acordo com os resultados, os turistas sauditas gastaram US $ 16,1 bilhões em 2017, enquanto os viajantes do Kuwait gastaram US $ 10,4 bilhões durante o mesmo ano.

Os Emirados Árabes Unidos foram escolhidos como destino de escolha para viajantes muçulmanos devido a vários fatores importantes, incluindo seu ambiente de negócios competitivo, ampla variedade de atividades de viagem e turismo, prontidão avançada em TIC e infraestrutura aeroportuária de classe mundial.

A análise foi divulgada antes do Global Islamic Economy Summit (GIES) 2018, que será realizado em Dubai nos dias 30 e 31 de outubro sob o patrocínio de Sheikh Mohammed bin Rashid Al Maktoum, vice-presidente dos EAU, primeiro-ministro e governante de Dubai. .

O GIES 2018, o maior e mais abrangente fórum do mundo dedicado à economia islâmica, reunirá importantes legisladores e especialistas de todo o mundo para abordar os principais desafios e oportunidades da economia islâmica. A cúpula de alto nível está sendo organizada em conjunto pela Câmara de Dubai e o Centro de Desenvolvimento da Economia Islâmica de Dubai (DIEDC), com a Thomson Reuters atuando como Parceira Estratégica.

De acordo com os resultados, os gastos no segmento global de viagens muçulmanas são avaliados atualmente em cerca de US $ 180 bilhões. Estima-se que este número chegue a US $ 220 bilhões até 2020, enquanto o número de viajantes muçulmanos globalmente deverá aumentar dos atuais 131 milhões para 156 milhões no mesmo ano.

Durante 2017, os viajantes muçulmanos gastaram uma média estimada de US $ 1.374 por pessoa, com este montante projetado para aumentar para US $ 1.410 até 2020. De acordo com os resultados da análise, o desenvolvimento do segmento foi impulsionado por fatores demográficos e socioeconômicos, como o crescimento da população muçulmana no mundo e a ascensão da classe média nos países de maioria muçulmana. Outros impulsionadores de crescimento incluem acesso melhorado a informações de viagens e a crescente disponibilidade de serviços e instalações de viagem amigas dos muçulmanos. (#Envolverde)

*O turismo Halal é uma subcategoria do turismo que é voltada para famílias muçulmanas que seguem as regras do Islã. Os hotéis nesses destinos não servem bebidas alcoólicas e possuem piscinas separadas e instalações de spa para homens e mulheres.

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DUBAI, 5 de setembro de 2018 (WAM) – Os Emirados Árabes Unidos (EAU) são os maiores do mundo em gastos halal* com US $ 17,6 bilhões estimados gastos por residentes dos Emirados Árabes Unidos fora do país em 2017, revelou uma nova análise da Câmara de Comércio e Indústria de Dubai.

A Arábia Saudita e o Kuwait ficaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente, de acordo com a análise baseada em dados recentes da Mastercard e do World Travel & Tourism Council (WTTC). De acordo com os resultados, os turistas sauditas gastaram US $ 16,1 bilhões em 2017, enquanto os viajantes do Kuwait gastaram US $ 10,4 bilhões durante o mesmo ano.

Os Emirados Árabes Unidos foram escolhidos como destino de escolha para viajantes muçulmanos devido a vários fatores importantes, incluindo seu ambiente de negócios competitivo, ampla variedade de atividades de viagem e turismo, prontidão avançada em TIC e infraestrutura aeroportuária de classe mundial.

A análise foi divulgada antes do Global Islamic Economy Summit (GIES) 2018, que será realizado em Dubai nos dias 30 e 31 de outubro sob o patrocínio de Sheikh Mohammed bin Rashid Al Maktoum, vice-presidente dos EAU, primeiro-ministro e governante de Dubai. .

O GIES 2018, o maior e mais abrangente fórum do mundo dedicado à economia islâmica, reunirá importantes legisladores e especialistas de todo o mundo para abordar os principais desafios e oportunidades da economia islâmica. A cúpula de alto nível está sendo organizada em conjunto pela Câmara de Dubai e o Centro de Desenvolvimento da Economia Islâmica de Dubai (DIEDC), com a Thomson Reuters atuando como Parceira Estratégica.

De acordo com os resultados, os gastos no segmento global de viagens muçulmanas são avaliados atualmente em cerca de US $ 180 bilhões. Estima-se que este número chegue a US $ 220 bilhões até 2020, enquanto o número de viajantes muçulmanos globalmente deverá aumentar dos atuais 131 milhões para 156 milhões no mesmo ano.

Durante 2017, os viajantes muçulmanos gastaram uma média estimada de US $ 1.374 por pessoa, com este montante projetado para aumentar para US $ 1.410 até 2020. De acordo com os resultados da análise, o desenvolvimento do segmento foi impulsionado por fatores demográficos e socioeconômicos, como o crescimento da população muçulmana no mundo e a ascensão da classe média nos países de maioria muçulmana. Outros impulsionadores de crescimento incluem acesso melhorado a informações de viagens e a crescente disponibilidade de serviços e instalações de viagem amigas dos muçulmanos. (#Envolverde)

*O turismo Halal é uma subcategoria do turismo que é voltada para famílias muçulmanas que seguem as regras do Islã. Os hotéis nesses destinos não servem bebidas alcoólicas e possuem piscinas separadas e instalações de spa para homens e mulheres.

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DUBAI, 5 de setembro de 2018 (WAM) – Os Emirados Árabes Unidos (EAU) são os maiores do mundo em gastos halal* com US $ 17,6 bilhões estimados gastos por residentes dos Emirados Árabes Unidos fora do país em 2017, revelou uma nova análise da Câmara de Comércio e Indústria de Dubai.

A Arábia Saudita e o Kuwait ficaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente, de acordo com a análise baseada em dados recentes da Mastercard e do World Travel & Tourism Council (WTTC). De acordo com os resultados, os turistas sauditas gastaram US $ 16,1 bilhões em 2017, enquanto os viajantes do Kuwait gastaram US $ 10,4 bilhões durante o mesmo ano.

Os Emirados Árabes Unidos foram escolhidos como destino de escolha para viajantes muçulmanos devido a vários fatores importantes, incluindo seu ambiente de negócios competitivo, ampla variedade de atividades de viagem e turismo, prontidão avançada em TIC e infraestrutura aeroportuária de classe mundial.

A análise foi divulgada antes do Global Islamic Economy Summit (GIES) 2018, que será realizado em Dubai nos dias 30 e 31 de outubro sob o patrocínio de Sheikh Mohammed bin Rashid Al Maktoum, vice-presidente dos EAU, primeiro-ministro e governante de Dubai. .

O GIES 2018, o maior e mais abrangente fórum do mundo dedicado à economia islâmica, reunirá importantes legisladores e especialistas de todo o mundo para abordar os principais desafios e oportunidades da economia islâmica. A cúpula de alto nível está sendo organizada em conjunto pela Câmara de Dubai e o Centro de Desenvolvimento da Economia Islâmica de Dubai (DIEDC), com a Thomson Reuters atuando como Parceira Estratégica.

De acordo com os resultados, os gastos no segmento global de viagens muçulmanas são avaliados atualmente em cerca de US $ 180 bilhões. Estima-se que este número chegue a US $ 220 bilhões até 2020, enquanto o número de viajantes muçulmanos globalmente deverá aumentar dos atuais 131 milhões para 156 milhões no mesmo ano.

Durante 2017, os viajantes muçulmanos gastaram uma média estimada de US $ 1.374 por pessoa, com este montante projetado para aumentar para US $ 1.410 até 2020. De acordo com os resultados da análise, o desenvolvimento do segmento foi impulsionado por fatores demográficos e socioeconômicos, como o crescimento da população muçulmana no mundo e a ascensão da classe média nos países de maioria muçulmana. Outros impulsionadores de crescimento incluem acesso melhorado a informações de viagens e a crescente disponibilidade de serviços e instalações de viagem amigas dos muçulmanos. (#Envolverde)

*O turismo Halal é uma subcategoria do turismo que é voltada para famílias muçulmanas que seguem as regras do Islã. Os hotéis nesses destinos não servem bebidas alcoólicas e possuem piscinas separadas e instalações de spa para homens e mulheres.

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DEWA Lança Green Dubai para Capacitar Clientes para Tomar Decisões Sustentáveis http://www.ipsnoticias.net/portuguese/2018/09/ultimas-noticias/dewa-lanca-green-dubai-para-capacitar-clientes-para-tomar-decisoes-sustentaveis/ http://www.ipsnoticias.net/portuguese/2018/09/ultimas-noticias/dewa-lanca-green-dubai-para-capacitar-clientes-para-tomar-decisoes-sustentaveis/#comments Mon, 03 Sep 2018 20:54:09 +0000 talita http://envolverde.cartacapital.com.br/?p=231778 DUBAI, 3 de setembro de 2018 (WAM) – A Autoridade de Eletricidade e Água de Dubai (DEWA) lançou o Green Dubai, que inclui três iniciativas que ajudarão a tornar Dubai a cidade mais inteligente, mais feliz e sustentável do mundo. A mudança apoia os esforços da DEWA para capacitar os clientes a tomar decisões sustentáveis ​​que contribuam para proteger o meio ambiente e os recursos naturais. Em sua primeira fase, o Green Dubai incluirá a iniciativa Shams Dubai, que incentiva os proprietários de edifícios a instalar painéis solares fotovoltaicos e conectá-los à rede elétrica do DEWA. Até o momento, o DEWA conectou mais de 1.145 edifícios à rede elétrica de Dubai, com uma capacidade de quase 50MW. O Green Dubai também inclui a iniciativa Green Charger para instalar estações de carregamento de veículos elétricos (EV). A DEWA instalou mais de 100 Carregadores Verdes em Dubai e está trabalhando para aumentar o número para 200 estações até o final de 2018. Para encorajar os clientes a usar veículos elétricos ecologicamente corretos, a DEWA oferece recarga gratuita para carros elétricos registrados na iniciativa Green Charger no final de 2019. ‘High Water Usage Alert’, a terceira iniciativa do Green Dubai, ajuda os clientes a descobrirem possíveis vazamentos em suas conexões de água, após o taxímetro. O sistema envia notificações instantâneas para o cliente se houver algum aumento incomum no consumo, o que ajuda o cliente a verificar as conexões internas e reparar qualquer vazamento, com a ajuda de um técnico especializado. Isso contribui para reduzir os custos incorridos, limitando o desperdício de água. Saeed Mohammed Al Tayer, MD & CEO da DEWA, ​​disse, “Green Dubai visa capacitar os clientes a adotarem um estilo de vida consciente e responsável através do uso racional da eletricidade e da água. Isso apoia a Estratégia de Gerenciamento do Lado da Demanda para reduzir o consumo de eletricidade e água em 30% até 2030, gerando energia solar limpa e incentivando o uso de veículos elétricos ecologicamente corretos. O trabalho ambiental requer esforços concertados para alcançar um equilíbrio entre o desenvolvimento e o meio ambiente, para proteger os direitos das futuras gerações de desfrutar de um ambiente limpo, saudável e seguro. “Através do Digital DEWA, ​​o braço digital do DEWA, ​​estamos redefinindo o conceito de um utilitário para criar um novo futuro digital para Dubai. A DEWA interromperá todo o negócio de serviços públicos, tornando-se o primeiro utilitário digital do mundo usando sistemas autônomos de energia renovável e seu armazenamento, expansão na adoção de Inteligência Artificial e serviços digitais. Nosso objetivo é promover o desenvolvimento sustentável nos Emirados Árabes Unidos (EAU), por meio do qual a sustentabilidade se torna um estilo de vida, garantindo um futuro mais brilhante e sustentável para as gerações futuras.” (#Envolverde)

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DUBAI, 3 de setembro de 2018 (WAM) – A Autoridade de Eletricidade e Água de Dubai (DEWA) lançou o Green Dubai, que inclui três iniciativas que ajudarão a tornar Dubai a cidade mais inteligente, mais feliz e sustentável do mundo. A mudança apoia os esforços da DEWA para capacitar os clientes a tomar decisões sustentáveis ​​que contribuam para proteger o meio ambiente e os recursos naturais.

Em sua primeira fase, o Green Dubai incluirá a iniciativa Shams Dubai, que incentiva os proprietários de edifícios a instalar painéis solares fotovoltaicos e conectá-los à rede elétrica do DEWA. Até o momento, o DEWA conectou mais de 1.145 edifícios à rede elétrica de Dubai, com uma capacidade de quase 50MW.

O Green Dubai também inclui a iniciativa Green Charger para instalar estações de carregamento de veículos elétricos (EV). A DEWA instalou mais de 100 Carregadores Verdes em Dubai e está trabalhando para aumentar o número para 200 estações até o final de 2018. Para encorajar os clientes a usar veículos elétricos ecologicamente corretos, a DEWA oferece recarga gratuita para carros elétricos registrados na iniciativa Green Charger no final de 2019.

‘High Water Usage Alert’, a terceira iniciativa do Green Dubai, ajuda os clientes a descobrirem possíveis vazamentos em suas conexões de água, após o taxímetro. O sistema envia notificações instantâneas para o cliente se houver algum aumento incomum no consumo, o que ajuda o cliente a verificar as conexões internas e reparar qualquer vazamento, com a ajuda de um técnico especializado. Isso contribui para reduzir os custos incorridos, limitando o desperdício de água.

Saeed Mohammed Al Tayer, MD & CEO da DEWA, ​​disse, “Green Dubai visa capacitar os clientes a adotarem um estilo de vida consciente e responsável através do uso racional da eletricidade e da água. Isso apoia a Estratégia de Gerenciamento do Lado da Demanda para reduzir o consumo de eletricidade e água em 30% até 2030, gerando energia solar limpa e incentivando o uso de veículos elétricos ecologicamente corretos. O trabalho ambiental requer esforços concertados para alcançar um equilíbrio entre o desenvolvimento e o meio ambiente, para proteger os direitos das futuras gerações de desfrutar de um ambiente limpo, saudável e seguro.

“Através do Digital DEWA, ​​o braço digital do DEWA, ​​estamos redefinindo o conceito de um utilitário para criar um novo futuro digital para Dubai. A DEWA interromperá todo o negócio de serviços públicos, tornando-se o primeiro utilitário digital do mundo usando sistemas autônomos de energia renovável e seu armazenamento, expansão na adoção de Inteligência Artificial e serviços digitais. Nosso objetivo é promover o desenvolvimento sustentável nos Emirados Árabes Unidos (EAU), por meio do qual a sustentabilidade se torna um estilo de vida, garantindo um futuro mais brilhante e sustentável para as gerações futuras.” (#Envolverde)

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EmiratesGBC incita entidades regionais a comprometerem-se com construções de carbono Zero http://www.ipsnoticias.net/portuguese/2018/08/ultimas-noticias/emiratesgbc-incita-entidades-regionais-a-comprometerem-se-com-construcoes-de-carbono-zero/ http://www.ipsnoticias.net/portuguese/2018/08/ultimas-noticias/emiratesgbc-incita-entidades-regionais-a-comprometerem-se-com-construcoes-de-carbono-zero/#comments Thu, 30 Aug 2018 14:50:33 +0000 talita http://envolverde.cartacapital.com.br/?p=231723 DUBAI, 30 de agosto de 2018 (WAM) – Emirates Green Building Council (EmiratesGBC), um fórum independente destinado a preservar o meio ambiente, fortalecer e promover práticas de construção verde, tem chamado as empresas, entidades e cidades nos Emirados Árabes Unidos (EAU) e região a endossar e assinar formalmente o Compromisso de Edifícios de Carbono Zero. Anunciado mundialmente pelo World Green Building Council, o Compromisso de Edifícios Zero Carbono desafia as empresas e organizações em todo o mundo a adotar uma ação climática avançada estabelecendo metas ambiciosas para eliminar as emissões de carbono de seus portfólios de edifícios até 2030 e defender a construção de todos os edifícios zero carbono em operação até 2050. Estas metas são definidas para atender a ambição do Acordo de Paris de menos de 2 graus de aquecimento global. Este mês, 19 cidades globais, representando 130 milhões de cidadãos urbanos, comprometeram-se a reduzir as emissões de gases com efeito de estufa, garantindo que os novos edifícios operam com carbono zero até 2030. O compromisso é gerar a próxima onda de grande impulso para reduzir as emissões globais de gases do efeito estufa até 2020 e inspirar os governos nacionais a intensificar os planos nacionais de ação climática nos próximos dois anos. Mais cidades, estados e regiões estão definidas para comprometer-se a promulgar regulamentos ou planejamento de políticas para impulsionar a construção de novos edifícios operando com carvão zero a partir de 2030 e permitir que todos os edifícios existentes para operar com carvão zero em 2050. Isso vai estimular o desenvolvimento do mercado a capacidade de atender a essa demanda crescente e demonstrar prontidão do mercado para uma estratégia nacional mais agressiva. Saeed Al Abbar, presidente do GBC dos Emirados, disse: “Não teremos tempo suficiente para alcançar as metas do Acordo de Paris, que prevê a descarbonização da economia global dentro de 20 a 30 anos, se adiarmos a ação. Precisamos alcançar resultados tangíveis e o Compromisso de Edifícios de Carbono Zero é uma oportunidade única de trabalhar de forma ambiciosa para reduzir a demanda de energia e controlar as emissões de carbono. “Isso exige esforços conjuntos de todos os governos, empresas, organizações da sociedade civil e do público em geral para alcançar o marco significativo que será nosso verdadeiro investimento no futuro para as próximas gerações. Tenho muito orgulho de que Majid Al Futtaim, que são membros ativos do GBC dos Emirados, estejam entre as três primeiras organizações em todo o mundo a assinar o compromisso, demonstrando assim a liderança global dos Emirados Árabes Unidos no desenvolvimento sustentável. Encorajo o setor privado a seguir essa liderança e posicionar suas organizações como líderes globais em sustentabilidade.” (#Envolverde)

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DUBAI, 30 de agosto de 2018 (WAM) – Emirates Green Building Council (EmiratesGBC), um fórum independente destinado a preservar o meio ambiente, fortalecer e promover práticas de construção verde, tem chamado as empresas, entidades e cidades nos Emirados Árabes Unidos (EAU) e região a endossar e assinar formalmente o Compromisso de Edifícios de Carbono Zero.

Anunciado mundialmente pelo World Green Building Council, o Compromisso de Edifícios Zero Carbono desafia as empresas e organizações em todo o mundo a adotar uma ação climática avançada estabelecendo metas ambiciosas para eliminar as emissões de carbono de seus portfólios de edifícios até 2030 e defender a construção de todos os edifícios zero carbono em operação até 2050.

Estas metas são definidas para atender a ambição do Acordo de Paris de menos de 2 graus de aquecimento global. Este mês, 19 cidades globais, representando 130 milhões de cidadãos urbanos, comprometeram-se a reduzir as emissões de gases com efeito de estufa, garantindo que os novos edifícios operam com carbono zero até 2030.

O compromisso é gerar a próxima onda de grande impulso para reduzir as emissões globais de gases do efeito estufa até 2020 e inspirar os governos nacionais a intensificar os planos nacionais de ação climática nos próximos dois anos.

Mais cidades, estados e regiões estão definidas para comprometer-se a promulgar regulamentos ou planejamento de políticas para impulsionar a construção de novos edifícios operando com carvão zero a partir de 2030 e permitir que todos os edifícios existentes para operar com carvão zero em 2050. Isso vai estimular o desenvolvimento do mercado a capacidade de atender a essa demanda crescente e demonstrar prontidão do mercado para uma estratégia nacional mais agressiva.

Saeed Al Abbar, presidente do GBC dos Emirados, disse: “Não teremos tempo suficiente para alcançar as metas do Acordo de Paris, que prevê a descarbonização da economia global dentro de 20 a 30 anos, se adiarmos a ação. Precisamos alcançar resultados tangíveis e o Compromisso de Edifícios de Carbono Zero é uma oportunidade única de trabalhar de forma ambiciosa para reduzir a demanda de energia e controlar as emissões de carbono.

“Isso exige esforços conjuntos de todos os governos, empresas, organizações da sociedade civil e do público em geral para alcançar o marco significativo que será nosso verdadeiro investimento no futuro para as próximas gerações. Tenho muito orgulho de que Majid Al Futtaim, que são membros ativos do GBC dos Emirados, estejam entre as três primeiras organizações em todo o mundo a assinar o compromisso, demonstrando assim a liderança global dos Emirados Árabes Unidos no desenvolvimento sustentável. Encorajo o setor privado a seguir essa liderança e posicionar suas organizações como líderes globais em sustentabilidade.” (#Envolverde)

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Pesquisa mostra que poluição atmosférica afeta drasticamente alimentos http://www.ipsnoticias.net/portuguese/2018/08/ultimas-noticias/pesquisa-mostra-que-poluicao-atmosferica-afeta-drasticamente-alimentos/ http://www.ipsnoticias.net/portuguese/2018/08/ultimas-noticias/pesquisa-mostra-que-poluicao-atmosferica-afeta-drasticamente-alimentos/#comments Mon, 27 Aug 2018 20:42:27 +0000 Correspondentes da IPS http://envolverde.cartacapital.com.br/?p=231654 Níveis crescentes de dióxido de carbono (CO2) da atividade humana estão tornando culturas básicas, como arroz e trigo, menos nutritivos e poderiam levar 175 milhões de pessoas à deficiência em zinco e 122 milhões de pessoas deficientes em proteína até 2050, de acordo com pesquisa liderada pela Harvard T.H. Chan School of Public Health. O estudo também descobriu que mais de 1 bilhão de mulheres e crianças podem perder uma grande quantidade de sua ingestão dietética de ferro, o que as colocaria em maior risco de anemia e outras doenças. “Nossa pesquisa deixa claro que as decisões que estamos tomando todos os dias – o que comemos, como nos movimentamos, o que escolhemos comprar – estão tornando nossos alimentos menos nutritivos e pondo em perigo a saúde de outras populações e gerações futuras”, disse Sam Myers, principal autor do estudo e principal pesquisador da Harvard Chan School. O estudo foi publicado on-line em 27 de agosto de 2018 na Nature Climate Change. Atualmente, estima-se que mais de 2 bilhões de pessoas em todo o mundo sejam deficientes em um ou mais nutrientes. Em geral, os seres humanos tendem a obter a maioria dos principais nutrientes a partir de plantas: 63% da proteína da dieta humana vem de fontes vegetais, bem como 81% do ferro e 68% do zinco. Foi mostrado que níveis atmosféricos mais elevados de CO2 resultam em colheitas menos nutritivas, com concentrações de proteína, ferro e zinco 3% -17% menores quando as lavouras são cultivadas em ambientes onde a concentração de CO2 é de 550 partes por milhão (ppm), na comparação com lavouras cultivadas em condições atmosféricas nas quais os níveis de CO2 estão pouco acima das 400 ppm. Para este novo estudo, os pesquisadores procuraram desenvolver a análise mais robusta e precisa da carga global para a saúde de mudanças nutricionais causadas pelo CO2 em lavouras em 151 países. Para fazer isso, eles criaram um conjunto unificado de premissas em todos os nutrientes e usaram dados mais detalhados do fornecimento de alimentos de acordo com idade e sexo para obter estimativas mais precisas dos impactos em 225 diferentes alimentos. O estudo baseou-se em análises prévias dos pesquisadores sobre deficiências nutricionais relacionadas ao CO2, que analisaram um número menor de alimentos e de países. O estudo mostrou que em meados deste século, quando as concentrações de CO2 na atmosfera devem atingir cerca de 550 ppm, 1,9% da população global – ou cerca de 175 milhões pessoas, com base em estimativas da população para 2050 – poderiam ter deficiência em zinco e que 1,3% da população global, ou 122 milhões de pessoas, pode se tornar deficiente em proteína. Além disso, 1,4 bilhão de mulheres em idade fértil e crianças menores de 5 anos que já se encontram atualmente em alto risco de deficiência de ferro, poderiam ter sua ingestão de ferro na dieta reduzida em 4% ou mais. Os pesquisadores também enfatizaram que bilhões de pessoas atualmente vivem com deficiências nutricionais provavelmente veriam suas condições piorarem como resultado de […]

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Níveis crescentes de dióxido de carbono (CO2) da atividade humana estão tornando culturas básicas, como arroz e trigo, menos nutritivos e poderiam levar 175 milhões de pessoas à deficiência em zinco e 122 milhões de pessoas deficientes em proteína até 2050, de acordo com pesquisa liderada pela Harvard T.H. Chan School of Public Health. O estudo também descobriu que mais de 1 bilhão de mulheres e crianças podem perder uma grande quantidade de sua ingestão dietética de ferro, o que as colocaria em maior risco de anemia e outras doenças.
“Nossa pesquisa deixa claro que as decisões que estamos tomando todos os dias – o que comemos, como nos movimentamos, o que escolhemos comprar – estão tornando nossos alimentos menos nutritivos e pondo em perigo a saúde de outras populações e gerações futuras”, disse Sam Myers, principal autor do estudo e principal pesquisador da Harvard Chan School. O estudo foi publicado on-line em 27 de agosto de 2018 na Nature Climate Change.
Atualmente, estima-se que mais de 2 bilhões de pessoas em todo o mundo sejam deficientes em um ou mais nutrientes. Em geral, os seres humanos tendem a obter a maioria dos principais nutrientes a partir de plantas: 63% da proteína da dieta humana vem de fontes vegetais, bem como 81% do ferro e 68% do zinco. Foi mostrado que níveis atmosféricos mais elevados de CO2 resultam em colheitas menos nutritivas, com concentrações de proteína, ferro e zinco 3% -17% menores quando as lavouras são cultivadas em ambientes onde a concentração de CO2 é de 550 partes por milhão (ppm), na comparação com lavouras cultivadas em condições atmosféricas nas quais os níveis de CO2 estão pouco acima das 400 ppm.
Para este novo estudo, os pesquisadores procuraram desenvolver a análise mais robusta e precisa da carga global para a saúde de mudanças nutricionais causadas pelo CO2 em lavouras em 151 países. Para fazer isso, eles criaram um conjunto unificado de premissas em todos os nutrientes e usaram dados mais detalhados do fornecimento de alimentos de acordo com idade e sexo para obter estimativas mais precisas dos impactos em 225 diferentes alimentos. O estudo baseou-se em análises prévias dos pesquisadores sobre deficiências nutricionais relacionadas ao CO2, que analisaram um número menor de alimentos e de países.
O estudo mostrou que em meados deste século, quando as concentrações de CO2 na atmosfera devem atingir cerca de 550 ppm, 1,9% da população global – ou cerca de 175 milhões pessoas, com base em estimativas da população para 2050 – poderiam ter deficiência em zinco e que 1,3% da população global, ou 122 milhões de pessoas, pode se tornar deficiente em proteína. Além disso, 1,4 bilhão de mulheres em idade fértil e crianças menores de 5 anos que já se encontram atualmente em alto risco de deficiência de ferro, poderiam ter sua ingestão de ferro na dieta reduzida em 4% ou mais. Os pesquisadores também enfatizaram que bilhões de pessoas atualmente vivem com deficiências nutricionais provavelmente veriam suas condições piorarem como resultado de lavouras menos nutritivas.
Segundo o estudo, o maior impacto seria na Índia, onde estima-se que 50 milhões de pessoas se tornariam deficientes em zinco, 38 milhões em proteínas e 502 milhões de mulheres e crianças tornando-se vulneráveis a doenças associadas à deficiência de ferro. Outros países no sul da Ásia, sudeste da Ásia, África e Oriente Médio também seriam significativamente impactados.
“Uma coisa que esta pesquisa ilustra é um princípio fundamental do campo emergente da saúde planetária”, disse Myers, que dirige a Planetary Health Alliance, co-alocada na Harvard Chan School e no Centro Universitário de Harvard para o Meio Ambiente. “Não podemos alterar a maior parte das condições biofísicas às quais nos adaptamos ao longo de milhões de anos sem causar impactos imprevistos sobre nossa própria saúde e bem-estar.”
“O risco de aumento do CO2 atmosférico na adequação nutricional humana”, Matthew R. Smith, Samuel S. Myers, on-line 27 de agosto de 2018, Nature Climate Change, DOI: 10.1038 / s41558-018-0253-3 (#Envolverde)

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Mônaco dá exemplo de sustentabilidade para o mundo http://www.ipsnoticias.net/portuguese/2018/08/ultimas-noticias/monaco-da-exemplo-de-sustentabilidade-para-o-mundo/ http://www.ipsnoticias.net/portuguese/2018/08/ultimas-noticias/monaco-da-exemplo-de-sustentabilidade-para-o-mundo/#comments Wed, 01 Aug 2018 20:58:14 +0000 talita http://envolverde.cartacapital.com.br/?p=231191 Existem várias iniciativas sustentáveis sendo desenvolvidas em Mônaco. Conheça algumas ações que o principado e instituições vêm implementando no país: Prince Albert II of Monaco Foundation Em 2006, o H.S.H. Prince Albert II fundou a Prince Albert II of Monaco Foundation, dedicada a preservar o meio ambiente e promover o desenvolvimento sustentável em escala global. A fundação apoia iniciativas públicas e privadas e foca seus esforços em três áreas principais: mudanças climáticas e desenvolvimento de energias renováveis; biodiversidade; e gerenciamento de água (como o acesso universal à água limpa e luta contra a desertificação), atuando principalmente no mediterrâneo, regiões polares e países subdesenvolvidos da África, da América do Sul e do sudeste asiático. Desde seu início, já foram mais de 420 projetos financiados. A missão da fundação não é apenas estabelecer parcerias e executar projetos, mas também despertar a consciência das pessoas e autoridades sobre o impacto da atividade humana no meio ambiente e encorajar comportamentos mais sustentáveis. Os projetos apoiados pela fundação são bastante diversificados, abrangendo desde o combate ao desmatamento até desenvolvimento de áreas marinhas protegidas ou mesmo de cunho social, entre muitas outras ações. Não apenas em outros países, há também iniciativas no próprio principado, como o pacto “Wood Forever”, que encoraja a indústria de iates em Mônaco a usar madeira de florestas sustentáveis. Monaco Ocean Week A primeira edição do evento aconteceu em 2017 e reuniu stakeholders locais e internacionais focados em uma causa: a proteção dos oceanos. Um manifesto foi assinado ao final do evento por diversas autoridades para recordar o papel decisivo dos oceanos no equilíbrio climático e para a vida dos habitantes de todo o planeta. Os stakeholders também foram capacitados para ajudar na preservação dos oceanos e no desenvolvimento de áreas marinhas protegidas. Santuário Pelagos O acordo Pelagos foi assinado por Mônaco, França e Itália no final do século XX para a criação de um santuário marinho de 87.500 Km². O objetivo é proteger os mamíferos e seu habitat de impactos negativos da atividade humana, como poluição, colisões entre navios e animais, distúrbios, entre outros. Trilha por árvores históricas Como parte do comprometimento do principado contra o desmatamento, há uma trilha por árvores históricas de Mônaco, elaborado pela Prince Albert II of Monaco Foundation e pela associação MC2D. Além de sua beleza, as árvores ilustram as ações de entidades monegascas contra o desmatamento. Há informações sobre cada árvore e o caminho passa pelo Jardin de La Petite Afrique, além de outros jardins emblemáticos como o Jardim Japonês e a Villa Sauber. Campanha The Bag For Life Mônaco baniu a utlização e venda de sacolas plásticas descartáveis. Para ajudar na redução do plástico, cada casa monegasca recebeu uma sacola de pano reutilizável, feita com materiais naturais e biodegradáveis. Monaco Explorations A iniciativa, que foi lançada em 2017, reuniu um grupo de cientistas e especialistas em ciências humanas e da natureza, que participará de expedições científicas para estudar o impacto de atividades humanas e a relação de diversas culturas com o mar. À bordo […]

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Existem várias iniciativas sustentáveis sendo desenvolvidas em Mônaco. Conheça algumas ações que o principado e instituições vêm implementando no país:

Prince Albert II of Monaco Foundation

Em 2006, o H.S.H. Prince Albert II fundou a Prince Albert II of Monaco Foundation, dedicada a preservar o meio ambiente e promover o desenvolvimento sustentável em escala global. A fundação apoia iniciativas públicas e privadas e foca seus esforços em três áreas principais: mudanças climáticas e desenvolvimento de energias renováveis; biodiversidade; e gerenciamento de água (como o acesso universal à água limpa e luta contra a desertificação), atuando principalmente no mediterrâneo, regiões polares e países subdesenvolvidos da África, da América do Sul e do sudeste asiático. Desde seu início, já foram mais de 420 projetos financiados.

A missão da fundação não é apenas estabelecer parcerias e executar projetos, mas também despertar a consciência das pessoas e autoridades sobre o impacto da atividade humana no meio ambiente e encorajar comportamentos mais sustentáveis.

Os projetos apoiados pela fundação são bastante diversificados, abrangendo desde o combate ao desmatamento até desenvolvimento de áreas marinhas protegidas ou mesmo de cunho social, entre muitas outras ações. Não apenas em outros países, há também iniciativas no próprio principado, como o pacto “Wood Forever”, que encoraja a indústria de iates em Mônaco a usar madeira de florestas sustentáveis.

Monaco Ocean Week

A primeira edição do evento aconteceu em 2017 e reuniu stakeholders locais e internacionais focados em uma causa: a proteção dos oceanos. Um manifesto foi assinado ao final do evento por diversas autoridades para recordar o papel decisivo dos oceanos no equilíbrio climático e para a vida dos habitantes de todo o planeta. Os stakeholders também foram capacitados para ajudar na preservação dos oceanos e no desenvolvimento de áreas marinhas protegidas.

Santuário Pelagos

O acordo Pelagos foi assinado por Mônaco, França e Itália no final do século XX para a criação de um santuário marinho de 87.500 Km². O objetivo é proteger os mamíferos e seu habitat de impactos negativos da atividade humana, como poluição, colisões entre navios e animais, distúrbios, entre outros.

Trilha por árvores históricas

Como parte do comprometimento do principado contra o desmatamento, há uma trilha por árvores históricas de Mônaco, elaborado pela Prince Albert II of Monaco Foundation e pela associação MC2D. Além de sua beleza, as árvores ilustram as ações de entidades monegascas contra o desmatamento. Há informações sobre cada árvore e o caminho passa pelo Jardin de La Petite Afrique, além de outros jardins emblemáticos como o Jardim Japonês e a Villa Sauber.

Campanha The Bag For Life

Mônaco baniu a utlização e venda de sacolas plásticas descartáveis. Para ajudar na redução do plástico, cada casa monegasca recebeu uma sacola de pano reutilizável, feita com materiais naturais e biodegradáveis.

Monaco Explorations

A iniciativa, que foi lançada em 2017, reuniu um grupo de cientistas e especialistas em ciências humanas e da natureza, que participará de expedições científicas para estudar o impacto de atividades humanas e a relação de diversas culturas com o mar. À bordo do barco Yersin, o grupo completará uma circunavegação do globo em um período de 36 meses.

Monitoramento

Há 20 anos, o principado instaurou uma rede de controle de qualidade do ar com seis estações de monitoramento. Fazendo essa medição contínua, é possível emitir avisos de poluição e verificar a qualidade do ar a longo prazo e os resultados são comunicados ao público geral por meio de telas localizadas na entrada do país.

O principado também monitora a qualidade física e química das águas costeiras com base em medições repetidas de todos os componentes do ambiente marinho (massas de água, sedimentos e organismos vivos), assim como monitora os efeitos de eventos naturais ou atividades artificiais que podem afetar a qualidade da água. É importante ressaltar que a baía de Mônaco inclui duas áreas protegidas, a Larvotto Reserve, criada em 1976, com uma área de 30 hectares, e a submarina Spelugues, com cerca de 1.9 hectares, criada em 1986 e casa de diversas espécies marinhas.

Grimaldi Forum

O centro é eco-responsável desde o início e em 2008 se tornou um dos primeiros centros culturais e de conferência europeus a obter o ISO 14001:2004. Sua política verde se tornou uma das principais partes de sua estratégia corporativa. O local oferece soluções concretas para organizar eventos verdes customizados.

Monaco Scientific Center

Foi fundado em 1960 pelo Príncipe Rainier III com o objetivo de promover pesquisas oceanográficas e apoiar organizações governamentais e internacionais responsáveis pela proteção e conservação do ambiente marinho. Desde 1989, o centro se especializou em estudar a função de ecossistemas coralíneos em relação às mudanças climáticas. Os times são divididos em três grupos: departamento de biologia marinha, departamento de biologia polar e departamento de biologia médica. Fonte Governo de Mônaco (#Envolverde)

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Relatório mostra crescimento na produção de alimentos na América Latina http://www.ipsnoticias.net/portuguese/2018/07/ultimas-noticias/relatorio-mostra-crescimento-na-producao-de-alimentos-na-america-latina/ http://www.ipsnoticias.net/portuguese/2018/07/ultimas-noticias/relatorio-mostra-crescimento-na-producao-de-alimentos-na-america-latina/#comments Tue, 17 Jul 2018 23:21:59 +0000 talita http://envolverde.cartacapital.com.br/?p=230958 A produção agrícola e pesqueira na América Latina e no Caribe crescerá 17% nos próximos dez anos, segundo um novo relatório da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico e Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação. Mais da metade desse crescimento (53%) pode ser atribuído a um aumento na produção agrícola, cerca de 39% devido ao setor pecuário, e os 8% restantes como resultado da expansão da produção pesqueira. De acordo com o relatório Perspectivas Agrícolas 2018-2027, a produção total na região deverá crescer 1,8% ao ano até 2027. Cerca de 60% desse crescimento será devido a melhorias no rendimento, que irão aumentar na região durante a próxima década em 11%, em média, com as mudanças mais importantes esperadas para os setores de cereais e oleaginosas. O restante da expansão da produção agrícola será resultado de uma ampliação na área colhida. O uso agrícola da terra na região aumentará em aproximadamente 11 milhões de hectares e aproximadamente a metade será para a produção agrícola. O cultivo de soja representará a grande maioria (cerca de 62%) da expansão da área cultivada na região.Fonte FAOBr (#Envolverde)

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A produção agrícola e pesqueira na América Latina e no Caribe crescerá 17% nos próximos dez anos, segundo um novo relatório da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico e Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação.

Mais da metade desse crescimento (53%) pode ser atribuído a um aumento na produção agrícola, cerca de 39% devido ao setor pecuário, e os 8% restantes como resultado da expansão da produção pesqueira.

De acordo com o relatório Perspectivas Agrícolas 2018-2027, a produção total na região deverá crescer 1,8% ao ano até 2027. Cerca de 60% desse crescimento será devido a melhorias no rendimento, que irão aumentar na região durante a próxima década em 11%, em média, com as mudanças mais importantes esperadas para os setores de cereais e oleaginosas. O restante da expansão da produção agrícola será resultado de uma ampliação na área colhida.

O uso agrícola da terra na região aumentará em aproximadamente 11 milhões de hectares e aproximadamente a metade será para a produção agrícola. O cultivo de soja representará a grande maioria (cerca de 62%) da expansão da área cultivada na região.Fonte FAOBr (#Envolverde)

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ONU e Google vão mapear impactos humanos no planeta http://www.ipsnoticias.net/portuguese/2018/07/ultimas-noticias/onu-e-google-vao-mapear-impactos-humanos-no-planeta/ http://www.ipsnoticias.net/portuguese/2018/07/ultimas-noticias/onu-e-google-vao-mapear-impactos-humanos-no-planeta/#comments Tue, 17 Jul 2018 22:59:09 +0000 talita http://envolverde.cartacapital.com.br/?p=230952 A ONU Meio Ambiente e o Google anunciaram uma parceria que promete mudar a forma como vemos o nosso planeta. Combinando de maneira inédita ciência ambiental, big data e acessibilidade, as duas instituições criarão uma plataforma para mapear e visualizar os impactos da atividade humana nos ecossistemas. Iniciativa utilizará a computação em nuvem da empresa de tecnologia e os catálogos públicos de observação terrestre. Com a colaboração, pela primeira vez, governos, ONGs e a população em geral conseguirão acompanhar metas específicas de desenvolvimento relacionadas ao meio ambiente, através de uma interface fácil de usar. Frequentemente, quando um país procura implementar uma política ambiental, percebe que faltam dados para direcionar essas ações de forma segura e eficaz. Com as ferramentas de análise e visualização do Google Earth Engine, o mundo pode finalmente começar a preencher essas lacunas. Inicialmente, o projeto terá como foco os ecossistemas de água doce, incluindo montanhas, florestas, pântanos, rios, aquíferos e lagos. Essas áreas representam 0,01% da água do mundo, mas são o habitat de quase 10% das espécies conhecidas – e as evidências sugerem uma rápida diminuição da sua biodiversidade. O Google produzirá periodicamente mapas geoespaciais e dados sobre ecossistemas relacionados à água, empregando a tecnologia de computação em nuvem. Serão geradas imagens de satélite e estatísticas para avaliar a extensão da mudança que ocorre nos corpos d’água. As informações serão de livre acesso para garantir que as nações possam rastrear mudanças, prevenir e reverter a perda dos ecossistemas. Fonte ONUBr (#Envolverde)

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A ONU Meio Ambiente e o Google anunciaram uma parceria que promete mudar a forma como vemos o nosso planeta. Combinando de maneira inédita ciência ambiental, big data e acessibilidade, as duas instituições criarão uma plataforma para mapear e visualizar os impactos da atividade humana nos ecossistemas. Iniciativa utilizará a computação em nuvem da empresa de tecnologia e os catálogos públicos de observação terrestre.

Com a colaboração, pela primeira vez, governos, ONGs e a população em geral conseguirão acompanhar metas específicas de desenvolvimento relacionadas ao meio ambiente, através de uma interface fácil de usar. Frequentemente, quando um país procura implementar uma política ambiental, percebe que faltam dados para direcionar essas ações de forma segura e eficaz. Com as ferramentas de análise e visualização do Google Earth Engine, o mundo pode finalmente começar a preencher essas lacunas.

Inicialmente, o projeto terá como foco os ecossistemas de água doce, incluindo montanhas, florestas, pântanos, rios, aquíferos e lagos. Essas áreas representam 0,01% da água do mundo, mas são o habitat de quase 10% das espécies conhecidas – e as evidências sugerem uma rápida diminuição da sua biodiversidade.

O Google produzirá periodicamente mapas geoespaciais e dados sobre ecossistemas relacionados à água, empregando a tecnologia de computação em nuvem. Serão geradas imagens de satélite e estatísticas para avaliar a extensão da mudança que ocorre nos corpos d’água. As informações serão de livre acesso para garantir que as nações possam rastrear mudanças, prevenir e reverter a perda dos ecossistemas. Fonte ONUBr (#Envolverde)

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